Líder indígena vai à Justiça contra Bolsonaro por racismo

A líder indígena Sônia Guajajara, coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - REUTERS/Noemie Olive
SÃO PAULOA- Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) vai entrar na Justiça contra o presidente Jair Bolsonaro por crime de racismo. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira (23) pela líder indígena Sônia Guajajara, coordenadora executiva da organização. 
"Nós, povos indígenas originários desta terra, exigimos respeito. Bolsonaro mais uma vez rasga a Constituição ao negar nossa existência enquanto seres humanos", disse Sônia. "É preciso dar um basta a esse perverso",  completou. 
Em vídeo divulgado na quinta, o presidente defendeu que as comunidades indígenas se integrem ao restante da sociedade e avaliou que, cada vez mais, o índio está "evoluindo" e se tornando um "ser humano igual a nós".
No vídeo, ele destacou que o Conselho da Amazônia, estrutura criada no inicio da semana e que será comandada pelo vice-presidente Hamilton Mourão, será responsável pela coordenação das atividades de proteção da floresta e também pela defesa das reservas indígenas. 
Sônia Guajajara foi uma das lideranças indígenas reunidas pelo cacique Raoni na semana passada em encontro no Mato Grosso que condenou as políticas de governo de Bolsonaro para os indígenas e rechaçou projeto de lei que permite mineração em terras protegidas
Durante cinco dias, 600 indígenas de 45 etnias defenderam a união do movimento indígena contra  o governo. 
A manifestação do presidente no vídeo provocou outras reações, como a do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ). Para ele, a fala do presidente é típica de um nazista.


Folha de São Paulo.

Após descobrir que filha foi abusada, mulher corta pênis do marido

Menina de 6 anos contou que o homem tentou forçar uma relação

O homem se aproveitou e tentou ter relações sexuais com a menina | Foto: Divulgação

Uma mulher de 24 anos cortou o pênis do marido após a filha de seis anos contar que tinha sido estuprada pelo padrasto. O crime aconteceu na noite do dia 4 deste mês, em Cachoeiro de Itapemirim no sul do Espírito Santo.

De acordo com informações da Polícia Civil, no sábado (4),  a menina estava com a avó, que é deficiente visual, enquanto a mãe foi na casa de uma amiga. O homem se aproveitou e tentou ter relações sexuais com a menina.

Indignada com a situação, a mulher pegou uma faca de cozinha e cortou o pênis do companheiro. O homem foi levado para Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro, onde passou por uma cirurgia de duas horas para reconstrução do órgão e permanece em recuperação.

Segundo o delegado Guilherme Eugênio, a menina passará por exame de conjunção carnal e, caso seja comprovado que houve o abuso, o padrasto responderá processo por crime de violência sexual contra menor, mas em liberdade, pois não houve flagrante.

Já a mãe foi levada para a prisão feminina e vai responder por crime de lesão grave, podendo pegar de um a cinco anos de prisão.

Olha as galinhas que comemos!

Imagem ilustrativa

Três doses de esteróides sintéticos, antibióticos e hormônios do crescimento são bombeadas para cada galinha por dia durante 30 dias, apenas para engordá-las.  Posteriormente, as aves devem ser vendidas entre o período de 30 a 40 dias, o que, por sua vez, morre por terem sido bombardeadas pela mistura venenosa acima.
 Quando esses frangos são consumidos, as conseqüências para os consumidores são não apenas alarmantes, mas desastrosas. E podem causar câncer.
 esses pássaros são cancerígenos.
 Todos os oncologistas estão cientes da situação.
 Assistam ao vídeo e compartilhe
 Para ver se as pessoas mudam seus hábitos. Sabemos que não é  fácil mas com esforço pode ser feito.